O que resta da resistência quando a praça pública é uma plataforma privada? Partindo de sua experiência de mais de 10 anos como ativista digital e idealizadora da página @filhasdefrida, Eduarda Porcino examina as complexas relações entre ativismo, algoritmos e democracia. Em Ciberativistas em tempos de capitalismo de vigilância, a autora combina práxis e pesquisa acadêmica para investigar como o Instagram se tornou, simultaneamente, um palco de visibilidade política e um território de monitoramento e extração de dados. As redes sociais não são ambientes neutros: elas moldam quem é visto, o que é ouvido e como nos organizamos. Ao cruzar direitos humanos, ciberativismo e capitalismo de vigilância, este livro lança luz sobre as contradições do engajamento contemporâneo e oferece pistas para construirmos uma resistência real em tempos de controle algorítmico.
Editora: Editora Thoth
Categorias: Direito Digital

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#Algoritmo, #ativismo, #Big Techs

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ISBN: 978-65-5113-705-1

IDIOMA: Português

NÚMERO DE PÁGINAS: 140

NÚMERO DA EDIÇÃO: 1

DATA DE PUBLICAÇÃO: 12/08/2026

O que resta da resistência quando a praça pública é uma plataforma privada? Partindo de sua experiência de mais de 10 anos como ativista digital e idealizadora da página @filhasdefrida, Eduarda Porcino examina as complexas relações entre ativismo, algoritmos e democracia. Em Ciberativistas em tempos de capitalismo de vigilância, a autora combina práxis e pesquisa acadêmica para investigar como o Instagram se tornou, simultaneamente, um palco de visibilidade política e um território de monitoramento e extração de dados. As redes sociais não são ambientes neutros: elas moldam quem é visto, o que é ouvido e como nos organizamos. Ao cruzar direitos humanos, ciberativismo e capitalismo de vigilância, este livro lança luz sobre as contradições do engajamento contemporâneo e oferece pistas para construirmos uma resistência real em tempos de controle algorítmico.
Sobre a Autora
Agradecimentos
Prefácio
Lista de siglas e abreviaturas
Introdução

CAPÍTULO 1
O CAPITALISMO DE VIGILÂNCIA
1.1 A condição neoliberal e o desenvolvimento social
1.2 As bases da vigilância
1.3 Arquitetura de extração

CAPÍTULO 2
PERSONALIZAÇÃO, CIBERATIVISMOS E INSTAGRAM
2.1 A lente embaçada da personalização
2.2 Ciberativismos: conceitos e características
2.3 Instagram amabilidade?

CAPÍTULO 3
ANÁLISE E RESULTADOS
3.1 A recusa
3.2 Ciberativistas em extinção
3.3 Conquistas no Instagram
3.4 Algoritmo
3.5 Capitalismo
3.6 Hegemonia
3.7 Incompreensão
3.8 Individualismo
3.9 Comportamento
3.10 Intervenções
3.11 Personalização
3.12 Pertencimento
3.13 Extensão
3.14 A teoria posta à prova na prática

Considerações finais
Referências
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