“Temos controle sobre nossas emoções ou elas é que tem controle sobre nós”? (LEDOUX, 1996, p. 12). Termos como “razão”, “emoção” e “sentimento”, embora figurem em nosso vocabulário cotidiano, são geralmente compreendidos pelo uso da chamada “psicologia popular” e, em função disto, mal compreendidos.
Editora: EDITORA CRV
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ISBN: 978-65-251-2358-5

IDIOMA: Português

NÚMERO DE PÁGINAS: 144

NÚMERO DA EDIÇÃO: 1

DATA DE PUBLICAÇÃO: 1

Historicamente, sempre houve discordância sobre se julgamentos morais são produtos de processos emocionais não-racionais ou de raciocínio. Recentemente, no entanto, a neurociência começou a convergir para a seguinte resposta: emoções e raciocínio são importantes, mas são os processos emocionais automáticos que tendem a dominar.
Com as emoções mapeadas através de técnicas de neuroimagem funcional, uma riqueza de informações sobre a neuroanatomia da emoção, cognição social e outros processos neurais estão sendo obtidos.
De maneira geral, autores como Damásio, Greene, Panksepp e Haidt, entre outras, seguem e apoiam a afirmação de que a razão não é causa suficiente para o juízo ou comportamento moral - a emoção jaz na estrutura.
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